Mostrando postagens com marcador GVT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador GVT. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Trabalhadores da GVT dizem NÃO a imposição de gaiola

De acordo com o Código de Trânsito e Brasileiro é ilegal fazer qualquer modificação no veiculo sem autorização da autoridade competente

Chegaram ao sindicato diversas reclamações de funcionários da GVT preocupados com a “obrigatoriedade” da instalação de uma espécie de gaiola em cima dos veículos, que são propriedade de cada funcionário e não da empresa, mesmo essa pagando um aluguel mensal.

Os funcionários nos relatarem que esse equipamento deve pesar quase 100 kg, isso sem contar o material de trabalho e a escada que os trabalhadores dependem para executar seus serviços. Ainda segundo os trabalhadores, há uma pressão por parte da coordenação para que as gaiolas sejam instaladas o quanto antes, com a ameaça de penalidades e até demissão de quem não acatar tal imposição. Alguns trabalhadores foram até obrigados a levar o equipamento para casa.

Segundo esse mesmo coordenador esse assunto deveria ser resolvido com a chefia do Paraná, já que o uso seria obrigatório nacionalmente. Gostaríamos de lembrar que de acordo com Artigo 98 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503 de 23 de Setembro de 1997) “Nenhum proprietário ou responsável poderá, sem prévia autorização da autoridade competente, fazer ou ordenar que sejam feitas no veículo modificações de suas características de fábrica. Os veículos e motores novos ou usados que sofrerem alterações ou conversões são obrigados a atender aos mesmos limites e exigências de emissão de poluentes e ruído previstos pelos órgãos ambientais competentes e pelo CONTRAN, cabendo à entidade executora das modificações e ao proprietário do veículo a responsabilidade pelo cumprimento das exigências”.

Além desse agravante é claro que os trabalhadores não querem danificar seus veículos, o que fará com que ele perca seu valor de revenda e devido ao peso excessivo (quase 100 kg) o veiculo fique desalinhado. Acredito que a GVT vai encontrar alternativas para essa questão, que não seja “impor” ao funcionário que ele danifique o carro. Fica como sugestão, a GVT abrir uma linha de crédito aos seus funcionários para que estes possam adquirir veículos utilitários, o que evitará problemas para todos.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Em reunião GVT promete instalar RH na Bahia em 2012

Em reunião realizada no último dia 16/11, entre representantes do SINTTEL BAHIA e da GVT, foram relatadas as dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores para resoluções de problemas relacionados ao Departamento de Recursos Humanos (RH).

Devido à cobrança do sindicato para resolução desse problema, a empresa comprometeu-se a instalar um RH aqui na Bahia no próximo ano. Na oportunidade solicitamos também que fosse reavaliada a situação das notas de instalação e a GVT informou que já elaborou outra forma para comprovação dos serviços, onde os instaladores terão o controle de sua produção efetiva para evitar que nenhuma das partes (trabalhador e empresa) saia perdendo.

Acompanhe os principais questionamentos feitos com relação a cada área: 

Área Comercial – Segundo a empresa esse assunto já foi abordado em reuniões no âmbito nacional e já foram definidos os procedimentos. A GVT informou que, havendo a necessidade e o trabalhador colocando mais combustível, a situação será analisada pelo gestor (gerente comercial) e o trabalhador será reembolsado, como já ocorre em outros estados.

ADSL - O sindicato solicitou providencias quanto ao abuso de poder e à pressão psicológica exercida por alguns supervisores para que os funcionários trabalhem aos domingos e nos dias de folgas. A empresa informou que não convocará mais os funcionários para trabalharem nas suas folgas e que essa postura autoritária de alguns supervisores é inaceitável, pois a GVT não trabalha com este tipo modelo de gestão. Segundo os representantes da empresa medidas serão tomadas para que a forma de tratamento dos supervisores com os funcionários mude imediatamente.

Projeto – Questionada quanto a suspensão do adicional para dirigir veículo, a empresa alega que suspendeu este pagamento, pois os trabalhadores recebiam de forma irregular por não estarem dirigindo de forma intermitente o dia inteiro. O SINTTEL colocou para a empresa que isto poderá gerar insatisfação e futuramente ações trabalhistas contra a GVT. A empresa não aceitou o retorno deste pagamento.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Trabalhadores da GVT aprovam ACT

Nos dia 05 e 06 de outubro, foram realizadas assembleias com os trabalhadores da GVT para apreciação e votação do ACT, que foi aprovado por 101 votos a favor e 49 votos contra. Avanços importantes foram conquistados nessa negociação com a GVT, onde pela primeira vez fechando um ACT válido em todo território nacional, o que faz com que algumas diferenças entre os Estados fossem adequadas.

Veja como foi a votação em casa sede:

Sede Vasco da Gama:
77 votos a Favor
29 contra

Sede da LIZ:
Setor comercial: 12 a Favor e 01 Contra
Setor ADSL E Projetos: 13 Contra e 12 A Favor

Segue os abaixo os principais itens do ACT aprovado e informações de quando os valores corrigidos serão pagos.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Trabalhadores da GVT aprovam ACT

Após a realização de assembléias nos dias 05 e 06/10, os trabalhadores da GVT aprovaram o ACT. Segue os números da votação:

Sede Vasco da Gama:             77 votos a favor e 29 contra
Sede da LIZ:                           Setor comercial : 12 a favor e 01 contra
                                               Setor ADSL E Projetos: 12 a favor e 13 contra

O resultado final foi : 110 votas a favor e  43 contra 

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Próxima quarta, assembleia para votação do ACT da GVT

Depois de muitas negociações, a GVT nos apresentou sua proposta final para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho. Essa proposta será colocada para apreciação e votação dos trabalhadores da GVT, em assembleia que será realizada na próxima quarta, dia 05/10, a partir das 8h, na sede da empresa.

Avanços importantes foram conquistados nessa negociação, onde pela primeira vez estamos fechando um ACT com a GVT válido em todo território nacional, o que faz com que algumas diferenças entre os Estados fossem adequadas. Mas a decisão de aprovação ou não dessa proposta está nas mãos de vocês, trabalhadores da empresa.

Compareça, vote, faça valer seu poder de escolha. Veja abaixo os principais itens da pauta que será colocada em votação:

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Trabalhadores da GVT também querem ser felizes

Mesmo com crescimento, empresa oferece apenas 7,13% (INPC) e nada mais

No dia 01/09, ocorreu à primeira reunião entre a comissão nacional de negociação da Fenattel, da qual faz parte nossa diretora Edla Rios, e os representantes da empresa GVT para tratar da renovação do Acordo Coletivo de Trabalho.
Iniciada a reunião os representantes da empresa fizeram uma apresentação geral de como a GVT esta organizada no país. Sobre seu crescimento, a empresa informou que o mesmo é devido à internalização dos trabalhadores prestadores de serviços, cuja ação acarretou um grande volume de problemas, segunda a GVT. Para solucionar esses problemas a empresa prometeu intensificar o programa de requalificação profissional aos internalizados e efetivos.
Após esta apresentação os sindicatos manifestaram suas preocupações em relação às mudanças que ocorreram e continuam acontecendo sem serem comunicadas e muito menos negociadas com os sindicatos. 

- Um ponto de reclamação geral foi à postura dos gestores. A forma de tratamento, à falta de educação e respeito com os trabalhadores é algo que vem acontecendo em todo Brasil;

- Foram questionados os problemas relativos ao banco de horas que estão acontecendo em alguns Estados;

- Outro ponto levantado foi à questão do aluguel dos carros, que em alguns estados foi negociado diretamente com os trabalhadores, sem a presença do sindicato;

- Assim como vários outros benefícios e garantias que a empresa devia estar cumprindo e devido a sua desorganização não está fazendo.

A GVT justificou-se reconhecendo que ainda não possui em todos os estados uma estrutura de RH para resolver as demandas surgidas no dia a dia. Mas isso não justifica a empresa negociar benefícios diretamente com os trabalhadores sem a presença do sindicato, entidade que representa e tem o dever de intermediar as relações entre a empresa e o trabalhador.
Participação nos Lucros é bem diferente de Produção - Como exemplo foi citado o pagamento da primeira parcela do PAD/PPR aos trabalhadores, um dia antes dessa reunião, onde a empresa exclui de forma discriminatória os trabalhadores do comercial e técnicos alegando que eles possuem incentivo de vendas e produção. A GVT sabe muito bem que uma coisa não tem nada a ver com a outra, pois Participação nos Lucros é bem diferente de produção. 

A Comissão Nacional da Fenattel informou que não permitirá a precarização das condições de trabalho e que as relações sindicais é algo que sempre deve ser respeitado. Após esta manifestação dos sindicatos, a empresa apresentou a sua proposta para negociação do ACT, se é que podemos chamar isso de proposta.
Proposta da Empresa:

Manutenção das cláusulas sociais, e reajuste das cláusulas econômicas pelo INPC acumulado de setembro/10 a agosto/11;

A Comissão Nacional recusou a proposta da Empresa, reafirmando sua posição de negociar integralmente a pauta encaminhada e querendo soluções para os problemas trazidos pelos estados referente à precarização que vem ocorrendo. Além de um aumento real foi exigido da empresa:

- O estabelecimento de uma estrutura de RH nos Estados para atender aos sindicatos e trabalhadores de forma mais ágil na solução dos problemas.

- Extinção total do banco de horas e quitação integral do saldo existente;

- Garantia do piso da categoria por Estado;

- Pagamento do seguro do carro locado dos instaladores;

- Estabilidade para delegados sindicais;

- Forma de cobrança dos supervisores sobre os instaladores;

- Troca do Plano de Saúde de Pernambuco e Rio de Janeiro.

Próxima reunião - A empresa comprometeu-se a estudar e analisar os assuntos e responder alguns itens o mais rápido possível. Ficou agendada uma próxima reunião para o dia 13/09/2011, em São Paulo.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

GVT vai oferecer banda larga em 19 bairros de Feira de Santana

A GVT, empresa que vende conexões de banda larga em alguns dos principais municípios do país (concentrados na região Sudeste) e que também atua em Salvador, confirmou que vai se instalar em Feira de Santana, investindo R$ 30 milhões.

Dirigentes da empresa se reuniram com o prefeito Tarcízio Pimenta na tarde de terça-feira (12) e segundo a prefeitura, a empresa vai se instalar na cidade dentro dos próximos três meses. Atualmente, o Velox é o único serviço de larga escala oferecido na cidade. A concorrência sofrida pela Oi, que vende o Velox, vem somente de serviços de internet via rádio, que nunca conseguiram preocupar a telefônica a ponto de melhorar a velocidade ou baixar o preço. Com a GVT, a situação deve mudar, como ocorreu em Salvador.
Os dirigentes da GVT se reuniram com Tarcízio e a esposa, deputada estadual Graça Pimenta, na Assembleia Legislativa (AL).

A secretaria de Comunicação do governo afirma que o investimento vai gerar 120 empregos diretos e 150 indiretos. De acordo com o secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Magno Felzemburg, a contratação da mão de obra será intermediada pela secretaria através da Casa do Trabalhador.

“A GVT é uma das empresas de telecomunicações que oferece os melhores planos de telefonia fixa e acesso a internet com maior velocidade e preços mais acessíveis em todo o país. A empresa irá absorver mão de obra local, sem terceirização do serviço. Isso representa um ganho para o desenvolvimento socioeconômico do Município”, afirma Felzemburg.

O serviço será, inicialmente, ofertado para 23 mil clientes em 19 bairros. “Conforme determinado, a disponibilização do serviço acontecerá em duas etapas. A princípio serão contemplados os bairros Baraúnas, Brasília, Cidade Nova, Campo do Gado, Capuchinhos, Caseb, Centro, Estrada Nova, Feira VI, Jardim Cruzeiro, Jardim Acácia, Queimadinha, Muchila, Ponto Central, Santa Mônica, São João, Tomba e Sobradinho”, informa o secretário. Não foram divulgados preços.

A segunda etapa, conforme projeto, prevê o atendimento às comunidades dos bairros Mangabeira, George Américo, Parque Ipê, Conceição, Santo Antônio dos Prazeres, Aviário, Eucalipto, Pampalona e Asa Branca. Nada foi dito sobre o preço do serviço.

GVT planeja investimento de R$ 10 bi em cinco anos

Projetos incluem novos serviços, como TV por assinatura

A tarde de segunda-feira chega ao fim e o israelense Amos Genish prepara-se para fazer sua primeira aula de francês. No mês passado, o presidente da GVT tornou-se membro do conselho de administração do grupo de mídia francês Vivendi, que controla a operadora de telefonia, e por isso suas visitas à matriz vão se tornar mais frequentes.Mas aprender um novo idioma é o menor dos desafios que o executivo terá pela frente. Genish, que chegou ao Brasil no fim dos anos 90 para fundar a GVT, está a um passo de conduzir a empresa para uma mudança de patamar.

Com investimentos de R$ 10 bilhões nos próximos cinco anos, a companhia planeja ampliar sua atuação na telefonia e estrear no mercado de TV por assinatura e na distribuição de conteúdos multimídia da própria Vivendi (o grupo é acionista da gravadora Universal Music e da companhia de videogames Activision Blizzard).

"Temos o objetivo de crescer rápido", afirma Genish ao Valor, em um português com sotaque. Hoje, a companhia oferece telefonia fixa e banda larga em quase cem municípios, mas o objetivo é chegar a mais 80 cidades até 2015. Uma delas é São Paulo, onde ainda não tem autorização da prefeitura para instalar sua rede.

Os primeiros preparativos para a transformação da operadora já se fazem notar. Recentemente, a GVT fez uma tomada de preços no mercado e pré-selecionou três consórcios para a construção de um campus sob medida, em Curitiba, para abrigar a sede da empresa. O complexo terá quatro grande edifícios e abrigará boa parte do quadro de 25 mil funcionários que a companhia espera ter nos próximos cinco anos. É o dobro do patamar atual.

Atualmente, a sede da empresa está espalhada em sete edifícios na capital paranaense. A simplicidade das instalações sugere que, por ali, os custos são controlados na ponta do lápis.

A GVT acaba de dar um passo pouco usual entre as teles. Às voltas com problemas com as empresas terceirizadas instalavam telefones e conexões de banda larga, a operadora cessou os contratos, absorveu os funcionários e passou a fazer o serviço internamente. "Os técnicos instalam os equipamentos e mexem até no computador das pessoas. Precisa ser um serviço de qualidade e não estava bom", diz o vice-presidente de marketing e vendas da GVT, Alcides Troller. "Sai mais caro num primeiro momento, mas compensa."


A complexidade desses serviços vai aumentar em breve. A estreia da GVT na TV por assinatura está prevista para setembro ou outubro. A companhia está finalizando os acordos com os produtores de conteúdo. A operadora vai ter pacotes tradicionais de TV paga - distribuídos via satélite - e conteúdos sob demanda, que serão transmitidos via protocolo de internet (IPTV). O serviço será interativo e o decodificador dos canais também permitirá ao usuário acessar sites da web.

Nos pacotes, serão oferecidos conteúdos de empresas da Vivendi. Um dos canais será baseado em clipes de artistas da Universal Music. Os assinantes da operadora também vão ter acesso a jogos da Activision Blizzard.

A chegada à TV paga vai tornar mais evidentes as primeiras sinergias com a Vivendi. O grupo francês adquiriu a GVT no fim de 2009, numa polêmica transação de compra de ações em bolsa (na época, a operadora estava listada no Novo Mercado). Para evitar o risco de ser punida, a Vivendi fechou acordo e pagou R$ 150 milhões à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Lançada em 2000 por fundos israelenses, a GVT cresceu rapidamente e prevê uma receita de R$ 3,4 bilhões neste ano, 42% acima do faturamento de 2010. A fórmula da empresa baseia-se na oferta de banda larga a preços menores que os das operadoras tradicionais. O pacote mais básico custa R$ 49,90 mensais e dá acesso à internet a 5 megabits por segundo (Mbps) - cinco vezes mais rápido que o previsto no Plano Nacional de Banda Larga (1 Mbps a R$ 35). Por isso, Genish diz não ter interesse em aderir ao programa do governo federal.

Um dos fatores que explicam os preços mais baixos da GVT encontra-se sob escrutínio do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz): o método que a operadora utiliza para recolher ICMS. Em vez de cobrar o tributo sobre o valor total da fatura, como as demais teles, a empresa divide a conta em duas. Recolhe o ICMS somente na parte que entende ser referente aos serviços. O restante é interpretado como aluguel de infraestrutura, sobre o qual se aplicam PIS e Cofins. Com isso, a conta para o assinante fica mais barata.

A GVT mantém ações na Justiça para garantir esse método, mas já admite a possibilidade de ceder. "Podemos mudar o modelo e isso não vai alterar nossos preços. Vamos reduzir custos de outras coisas. Não é nisso que reside a vantagem da GVT", rebate Genish.

Para o executivo, não há relação entre a disputa tributária com o Confaz, de âmbito estadual, e a demora da Prefeitura de São Paulo em conceder as licenças para a operadora entrar no maior mercado do país. A estreia na capital paulista estava prevista para o segundo semestre. Agora, não há mais previsão. Segundo o executivo, o impasse ocorre porque a legislação proíbe a instalação de novos cabos em postes e a empresa não quer arcar, sozinha, com o custo de aterrar a infraestrutura. Por isso, a GVT está em negociação com a prefeitura e as empresas de telefonia e energia (que utilizam os postes) para uma solução conjunta.

Genish diz não ter pressa. Enquanto a autorização para São Paulo não sai, a GVT antecipa a estreia em cidades como Feira de Santana (BA) e Santos (SP). "São Paulo precisa mais da GVT do que a GVT precisa de São Paulo", avalia.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Em atitude anti sindical GVT demiti delegado sindical

Num completo desrespeito as relações sindicais a GVT demitiu o funcionário Saulo Bomfim Santos, delegado sindical, que representava o Sinttel dentro da empresa.

Como é de conhecimento para que um sindicato seja realmente forte, atuante e independente, é preciso contar com uma base organizada, e o delegado sindical é o elo de ligação mais forte entre o local de trabalho e nós, seus representantes. Ele colabora para que as dúvidas, questionamentos e propostas apresentadas cheguem de forma ágil à diretoria do sindicato. Ao mesmo tempo, facilitam que as decisões, discussões e encaminhamentos aprovados em assembléias, bem como as estratégias traçadas pela diretoria do Sinttel, para que as mesmas cheguem mais rápido ao conhecimento de todos os companheiros.

Em atitudes como essa a GVT só mostra sua falta de preparo para as relações sindicais. Se o funcionário Saulo, cometeu atos fora dos padrões e a empresa decidiu demiti-lo o procedimento correto seria entrar em contato com o sindicato, explicar a situação e fazer os trâmites normais, entre a GVT e o Sinttel, antes da demissão.

O Sinttel repudia tal ato e solicitará um reunião com a direção da empresa para tratar desse assunto em especifico. Solicitamos aos companheiros que permaneçam mobilizados.

A LUTA CONTINUA

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

GVT: Proposta final da empresa será colocada em votação dia 18/02

Na manhã da última quarta, dia 17/02, representantes da GVT e a direção do Sinttel, se reuniram na sede do Sinttel para tratar do fechamento do primeiro Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), garantindo assim a representação sindical a todos os trabalhadores da GVT no estado da Bahia.

Nessa reunião a direção do Sinttel, colocou em pauta diversas reivindicações como aluguel de veículos, aumento do pagamento de produção, implementação de piso salarial, dentre outras. Acreditamos que conseguimos avanços importantes para a categoria, como a questão do aluguel dos veículos pleiteada pelo Sinttel desde a primeira reunião em Outubro de 2010, foi implantada pela empresa nesse mês, mesmo sem o ACT ter sido assinado, ficando o aluguel no valor de R$ 700. A questão de alinhamento do valor tickets a nível nacional, um dos motivos para não aprovação do ACT em Outubro de 2010, a empresa comprometeu-se a discutir no próximo ACT.

Dessas solicitações foi elaborada a proposta do ACT, que será colocada para apreciação dos trabalhadores na próxima sexta, dia 18/02, às 08h na sede da GVT. Os representantes da empresa informaram que caso a proposta não seja aprovada na assembleia do dia 18/02, a Participação nos Lucros e Resultados (PAD) não será paga na segunda dia 21/02.

Convocação de assembleia para apreciação e votação de proposta do ACT
Dia 18/02, sexta-feira, ás 08h na GVT da Avenida Vasco da Gama

Veja os principais pontos da proposta de ACT que será colocada em votação amanhã:


REAJUSTE SALARIAL - Os salários dos empregados da GVT serão reajustados a partir de 1º de setembro de 2010, no percentual de 4,61% (quatro vírgula sessenta e um por cento) aplicados sobre os salários vigentes em 31 de Agosto de 2010.


PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS E RESULTADOS DA EMPRESA - A GVT e o SINTTEL se comprometem a iniciar a negociação, até a data de 31 de março de 2011, das condições e normas para a apuração de Participação nos Lucros e Resultados da GVT do ano de 2011, conforme Constituição Federal, e Lei nº 10101/2000, envidando os esforços para concluir as negociações em até 60 dias.

AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO - De acordo com as regras do plano de benefícios flexíveis da GVT, o Empregado poderá optar em receber tíquete refeição ou tíquete alimentação e, a partir de janeiro de 2011, será custeado pela GVT o equivalente a 95% (noventa e cinco por cento) do valor facial de R$ 15,00 (quinze reais) para os empregados com jornada igual ou superior a 36 horas semanais

VALE TRANSPORTE - A GVT manterá a concessão do Vale Transporte de acordo com a Lei nº 7.418 de 16/12/85, aos seus Empregados, podendo, a critério da GVT, ser em espécie, creditado na folha de pagamento no mês anterior à de sua utilização, não se incorporando ao salário, bem como de caráter não remuneratório


BENEFÍCIOS FLEXÍVEIS - O programa de benefícios flexíveis contempla, entre outros, o Seguro de Vida, Seguro Médico e Odontológico sendo aplicado aos funcionários e dependentes de acordo com as políticas internas da GVT que compõem o Programa Inteligente.


AUXÍLIO CRECHE / PRÉ-ESCOLA - A GVT concederá a suas empregadas, com a finalidade de permitir a guarda sob vigilância e assistência de seus filhos até que os mesmos completem 6 (seis) anos de idade, e durante este período apenas, um reembolso creche limitado ao valor de R$ 325,00 (Trezentos e vinte e cinco reais) ao mês.

AUXÍLIO DEPENDENTE EXCEPCIONAL - A GVT reembolsará as despesas realizadas por empregados com atendimento a filhos portadores de necessidades especiais, independentemente da idade, não cumulativo com o auxílio creche. O limite para reembolso será de R$ 450,00 (quatrocentos e cinquenta reais) por mês.

AUXILIO CONDUTOR - A GVT efetuará o pagamento do auxilio condutor para empregados que utilizam veiculo da empresa como instrumento de trabalho, no valor de R$ 168,00 (cento e sessenta e oito reais) por mês para utilização de veículos pequenos.

ADICIONAL DE SOBREAVISO - Nos casos em que o empregado ficar em estado de sobreaviso, à disposição da empresa, de acordo com as normas internas da empresa, receberá a título de adicional salarial o valor correspondente a 1/3 (um terço) do valor da hora normal.

DAS AUSÊNCIAS JUSTIFICADAS - Adicionalmente aos 2 (dois) dias consecutivos que a lei estabelece, a  GVT concederá 1 (um) dia adicional de ausência, quando do falecimento do cônjuge, descendentes, ascendentes, irmão ou pessoa declarada na CTPS e que viva sob sua dependência econômica, para os casos de empregados que tenham comprovadamente que viajar mais de 400 km e/ou 6 horas para tratar dos assuntos relacionados ao funeral. Para os demais casos as ausências serão concedidas conforme a legislação vigente (art. 473 CLT), ou seja:

·         Casamento - 3 dias consecutivos;

  • Nascimento de Filho – 5 dias
  • Doação de Sangue – 1 dia por ano;

ATESTADOS MÉDICOS - Visando o acompanhamento da saúde do quadro de empregados pela área de medicina e saúde ocupacional da GVT, todo e qualquer atestado médico só será aceito após ser reavaliado pelo médico do trabalho da GVT ou por médico de clínica conveniada com a empresa, salvo os fornecidos pela rede pública de saúde.

EMISSÃO DE CAT - A GVT, sendo solicitada e em caso de efetiva necessidade, deverá providenciar a abertura de CAT (Comunicação de Acidente do Trabalho) a todos os seus empregados, quando se tratar de acidente ou doença profissional, bem como enviar cópia dos mesmos ao SINTTEL.


AUXÍLIO EMERGENCIAL - A GVT, conforme política interna, e a seu exclusivo critério, se compromete a avaliar os casos de solicitação de auxílio emergencial via adiantamento da primeira parcela do décimo terceiro salário, adiantamento de salário a ser compensado em parcelas mensais sucessivas ou outro meio disponibilizado pela empresa, em virtude de situações de desequilíbrio econômico/financeiro de seus funcionários.

GARANTIAS AO EMPREGADO ESTUDANTE - Serão abonadas as faltas do empregado para prestação de exame vestibular, desde que em estabelecimento de ensino oficial, autorizado ou reconhecido e, desde que pré-avisada com o mínimo de 72 (setenta e duas) horas e comprovação posterior; limitada às duas primeiras inscrições comunicadas à GVT.

ASSISTÊNCIA FUNERAL - Em caso de óbito de beneficiário previsto na apólice do seguro de vida de seus empregados, a empresa proporcionará reembolso das despesas com funerais, em valor limitado a R$ 6.276,60 (seis mil, seiscentos e setenta e seis reais e sessenta centavos).


QUADRO DE AVISOS - A GVT facilitará a divulgação, em seus quadros de avisos, de comunicados de interesse geral da categoria, que deverão ser previamente encaminhados à área responsável, para afixação em locais de fácil visualização e trânsito para os empregados.

DA DATA DE PAGAMENTO DOS SALÁRIOS - A GVT efetuará o pagamento dos salários de seus empregados até o último dia útil de cada mês.


PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL (PDE) - Levando-se em conta a disponibilidade de orçamento para tal programa, a GVT a seu exclusivo critério, fornecerá subsídios, conforme regramento a ser publicado pela empresa, para o desenvolvimento de competências específicas (conhecimentos, habilidades e atitudes), dos seus empregados em cursos de formação profissional.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Atenção: Procura-se a comissão de negociação da GVT

Mais uma vez a GVT inventa desculpas para emperrar a negociação referente ao Acordo Coletivo de Trabalho. Tínhamos uma reunião agendada na última terça feira, 14, com representantes da empresa para uma nova discussão do ACT, quando os diretores Edla Rios e Luis Divino chegaram a empresa foram surpreendidos com a noticia de que não haveria reunião porque os diretores do departamento jurídico e de recursos humanos haviam sido desligados. e a negociação ficaria suspensa até a chegada de novos representante.
Prontamente os diretores do Sinttel entraram em contato com o departamento jurídico na matriz da GVT, no Paraná, e foi passada a informação de que a negociação estaria suspensa até a contratação dos novos diretores, o que provavelmente só ocorrerá em Janeiro de 2011.
Desde agosto as negociações vêm se arrastando sem êxito, realizamos uma assembléia (27/09) com os itens da pauta nacional, ficando aberta a discussão dos itens locais. A proposta foi rejeitada pelos trabalhadores e até hoje estamos tentando ter uma nova reunião com representantes da empresa para confecção de uma nova pauta, mas até agora nada.
A pergunta que fica é: Se o departamento jurídico não foi todo desligado porque as negociações não podem continuar?  Os trabalhadores da GVT irão o final de ano sem a ceia de Natal para a sua família, por culpa da empresa que continua fugindo da negociação
Nosso departamento jurídico já deu início aos trâmites para que a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE, antiga DRT) atue como órgão mediador na negociação do ACT com a empresa GVT. Quem sabe assim essa comissão de negociação aparece. Chega de descaso com o trabalhador!

E aí GVT, conforme diferente da sua propaganda:
Agora é vez dos trabalhadores ou já era!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Trabalhadores da GVT não aprovam acordo coletivo

Na assembléia realizada pelo Sinttel no dia 27/09, os trabalhadores rejeitaram a proposta do Acordo Coletivo de Trabalho, principalmente devido as clausulas econômicas. Embora em outros estados a proposta tenha sido aprovada, informamos que a situação no estado da Bahia é diferenciada, pois desde a chegada da empresa ainda não temos nenhum ACT vigente, portanto, faz-se necessário a nossa negociação ser a nível estadual, com a presença da nossa Federação (Fittel) acompanhando todo o processo.

É necessária a discussão de pontos como as condições de trabalho, salários e benefícios dos trabalhadores que foram primarizados e continuam recebendo salários abaixo do de mercado para profissionais da área de telecomunicações.

Juntamente com a Fittel entramos em contato com a empresa que aceitou discutir os pontos pendentes para que daí possamos convocar outra assembléia para apreciação da nova proposta. A principio a reunião está agendada para o dia 04/11, mas confirmaremos essa data o quanto antes para que todos os trabalhadores possam estar cientes do encaminhamento das negociações.

Segue abaixo os parâmetros aprovados nacionalmente, onde estaremos rediscutindo os pontos com foco na realidade do nosso estado:

DATA BASE: as partes acordantes ajustam para 1º de setembro a data base da categoria profissional, bem como a vigência do Acordo Coletivo para 12 (doze) meses;

REAJUSTE SALARIAL: a partir de 1º de setembro de 2010, no percentual de 4,61%. O reajuste será aplicado proporcionalmente ao período trabalhado de set/o9 a ago/10. A proporcionalidade será de 1/12 avos, considerando-se parcela de mês igual ou superior a 15 dias;

DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO: A GVT antecipará, mediante solicitação do empregado, a parcela correspondente à metade do valor do décimo terceiro salário, por ocasião do gozo das férias e a segunda parcela será paga até o dia 15 de dezembro/2010;

PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS E RESULTADOS: início da negociação, até 31 de março de 2011, das condições e normas para a apuração de PLR;

AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO: o empregado poderá optar em receber tíquete refeição ou alimentação e, a partir de janeiro de 2011, será custeado pela GVT o equivalente a 95% do valor facial de R$ 14,65 para jornada igual ou superior a 36 horas semanais;

AUXÍLIO CRECHE/PRÉ-ESCOLA: A GVT concederá a suas empregadas com filhos até 6 anos de idade um reembolso creche de R$ 324,30 ao mês;

AUXÍLIO DEPENDENTE PNE: reembolso de atendimento a filhos portadores de necessidades especiais, no limite de R$ 450,00/mês, independentemente da idade, não cumulativo com o auxílio creche.

AUXILIO CONDUTOR: para empregados que utilizam veiculo da empresa no valor de R$ 167,37 por mês para utilização de veículos pequenos e de R$ 236,41 por mês para utilização de caminhões;

JORNADA DE TRABALHO: 40 horas semanais.